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Penálti por assinalar para o Benfica? Pedro Henriques sem dúvidas: “Poderia ter sido visto pelo VAR”

Especialista de arbitragem analisou um lance entre Leandro Barreiro e Toni Borevkovic aos nove minutos do encontro frente ao Vitória de Guimarães

O Benfica regressou às vitórias na Liga Portugal Betclic, ao vencer o Vitória de Guimarães por 2-0, na oitava jornada do campeonato. Samuel Dahl inaugurou o marcador aos 24 minutos, com um chapéu sobre Zych, enquanto Sudakov fechou o resultado aos 75’.

Apesar do triunfo das águias, a arbitragem também esteve em destaque. Pedro Henriques considerou que ficou por assinalar uma grande penalidade a favor do Benfica e defendeu que o lance deveria ter sido analisado pelo videoárbitro.

Pedro Henriques analisa lance aos nove minutos

O antigo árbitro destacou um lance ocorrido aos nove minutos, na área do Vitória de Guimarães, envolvendo Leandro Barreiro e Toni Borevkovic.

Na sua análise, o defesa vimaranense empurrou o médio encarnado por trás, com ambas as mãos, atingindo sobretudo a zona do pescoço e provocando a sua queda.

«A infração existe, pois, sem qualquer necessidade, o defesa Toni Borevkovic, com ambas as mãos, empurrou por trás Leandro Barreiro, no ombro e sobretudo no pescoço, derrubando o jogador encarnado», explicou Pedro Henriques.

O especialista reconheceu que existem recomendações da UEFA relativas a determinadas infrações cometidas quando a bola não está jogável. Ainda assim, considerou que este caso justificava a intervenção do VAR.

«Na minha opinião, este lance é tão desnecessário como factual, daí eu considerar que houve motivo para pontapé de penálti e que o mesmo justificava ter sido alvo de intervenção do vídeoárbitro», concluiu.

Outros lances também estiveram em análise

Pedro Henriques pronunciou-se ainda sobre outros momentos da partida. Considerou correta a advertência mostrada a Toni Borevkovic, aos 49 minutos, e o cartão amarelo exibido a Samu, aos 57’.

Por outro lado, discordou da decisão de admoestar Thiago Balieiro, aos 73 minutos, e considerou insuficiente o tempo de compensação da segunda parte, defendendo que deveriam ter sido concedidos, pelo menos, cinco minutos.

A análise do antigo árbitro voltou, assim, a colocar a arbitragem no centro do debate após a vitória do Benfica sobre o Vitória de Guimarães.

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